Nossa História

A Loop Lighting surgiu em 2013 à partir do talento do artesão Roberto Bicalho que; em meio as montanhas da Serra da Moeda – Brumadinho, MG, teve seu insight criativo na fabricação de luminárias industriais estilo Steampunk – que inspirou nos anos 80 obras como o filme australiano de ficção-científica Mad Max e uma das mais famosas obras literárias de Julio Verne: 20 mil Léguas Submarinas.

 

Quem é Roberto Bicalho?

O inventor e artesão Roberto Bicalho possui 40 anos de experiência em metalurgia e formação em Desenho Industrial. Há 7 anos Roberto deu um novo ciclo de vida à sucata, transformando-a em arte. Seu trabalho como artesão brasileiro é registrado no Programa de Artesanato Brasileiro (PAB).

Segundo informações contidas no site do Governo Federal, a finalidade do PAB é coordenar e desenvolver atividades que visem valorizar o artesão, desenvolver o artesanato e a empresa artesanal. Nesse sentido, são desenvolvidas ações voltadas à geração de oportunidades de trabalho e renda, o aproveitamento das vocações regionais, a preservação das culturas locais, a formação de uma mentalidade empreendedora e a capacitação de artesãos para o mercado competitivo, promovendo a profissionalização e a comercialização dos produtos artesanais brasileiros.

Ou seja, além da criatividade e experiências em áreas relacionadas, Bicalho buscou através do registro no Programa de Artesanato Brasileiro se especializar ainda mais e tornar o Loop Lighting uma empresa diferenciada, reconhecida por sua qualidade, excelência e inovação.

 

Depoimentos de quem já tem a sua Luminária estilo Steampunk

 

Tive a oportunidade de conhecer o atelier e ver de perto esse trabalho incrível. Nas mãos do talentoso artista Roberto Bicalho apreciamos uma surpreendente metamorfose da sucata em obras de arte únicas. Uma mescla genial entre o retrô e o moderno. São peças exclusivas, que trazem charme e sofisticação para quem busca um ambiente descolado e com ar industrial ou vintage.


Marina Duarte – jornalista

Quando me apaixonei pela a minha primeira peça fiz questão de levar para casa, pois sabia que se perdesse aquela oportunidade poderia não encontrar em outra algo que eu gostasse tanto. Deixei em uma mesa de canto em meu estúdio, trazendo um ar moderno e ao mesmo tempo aconchegante com essa iluminação indireta. Não tem quem entre e não elogie!


Tulio Robles (proprietário do Pavê Filmes)

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